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Regionalização do Brasil

Regionalização do Brasil

Regionalização do Brasil

Durante as últimas décadas, o Governo Brasileiro tenta encontrar a melhor forma para regionalizar o país, utilizando diferentes metodologias para tal. No entanto, dois formatos são utilizados com maior freqüencia: A regionalização político-administrativa (tradicional do IBGE),enfocando critérios humanos como formação étnica e a distribuição territorial da população; Além da regionalização geoeconômica, tratando dos aspectos econômicos agregados aos estados.

  Regionalização Político-Administrativa .

Segundo a regionalização tradicional do Brasil, o território brasileiro fica subdividido em cinco macro regiões heterogêneas, onde podemos destacar:

Região Norte

  • Clima: Equatorial úmido, com elevado índice pluviométrico.
  • Vegetação: floresta equatorial amazônica
  • Relevo: Baixo, formado por planícies.
  • Hidrografia: Bacia hidrográfica Amazônica.
  • População: Pouca, formada por brancos, índios e mamelucos, porém em Belém a população cafuza migrante oriunda do Norte maranhense é bem comum.

Região Nordeste

Região Centro-Oeste

  • Clima: Tropical semi-úmido (tropical típico), com duas estações bem definidas em relação aos índices pluviométricos (Primavera/Verão - período chuvoso e Outono/Inverno - período seco).
  • Vegetação: Cerrado, que sofre drásticamente com as atividades agropecuárias, onde destacamos a pecuária extensiva e a sojicultura; Além das Matas Ciliais ou Matas Galerias.
  • Relevo: Planalto Central, formado por chapadas e a Planície do Pantanal.
  • Hidrografia: Bacia Hidrográfica do Paraguai e Araguaia (Tocantis - Araguaia)
  • População: Modesta população formada por brancos (principalmente no centro-oeste da região descendentes de migrantes do norte do RS, oeste de SC e oeste do PR), índios (principalmente no norte do MT) e mamelucos (a etnia mais comum da região e praticamente a única até meados de 1960) com baixa densidade demográfica, porém após a construção de Brasília, muitos elementos mineiros de origem africana (geralmente mulatos e cafuzos) migraram para a sua parte mais oriental entre o nordeste do MS e o leste/sudeste de GO e DF.

Região Sudeste

  • Clima: Tropical de altitude e tropical úmido.
  • Vegetação: Floresta tropical ou Mata Atlântica, radicalmente devastada pela ação antrópica.
  • Relevo: Planície costeira ou litorânea, onde encontramos uma estrutura particular chamada de Mar de Morros; Além do chamado Planalto Atlântico, composto basicamente por serras.
  • Hidrografia: Região rica em nascentes, onde destacamos a nascente do Rio São Francisco, na chamada Serra da Canastra (Minas Gerais), além da formação inicial da Bacia do Paraná e de bacias secundárias como o Tietê, Paraíba do Sul, entre outros.
  • População: Gigantesca população, agregando mais de 40% da população brasileira, formada por todos os grupos étnicos e suas miscigenações, porém não de modo homogeneo - a população branca da região se concentra no interior do ES e no interior de SP, enquanto a população subsaariana se concentra no centro de minas, baixada fluminense, zona norte do Rio, parte da zona oeste, etc; os mamelucos são mais comuns no interior de SP e ES, os cafuzos no interior de MG, os mulatos na capital do RJ e os nativos foram praticamente dizimados, boa parte tamoios e guaranis. A história etno-racial da região diverge muito tal como ocorre nas sub-regiões do NE; SP por exemplo foi uma cidade mameluca do século XVI até meados de 1875, quando migrantes dos cafezais escravocratas latifundiarios monocultores do vale do PB sudestino começaram a chegar.

Região Sul

  • Clima: Temperado sub-tropical com duas estações bem definidas, apresentando verões quentes e invernos frios e secos.
  • Vegetação: Mata dos Pinhais ou Araucárias (estado do Paraná) e os Pampas.
  • Relevo: Formado por zonas baixas próximas ao litorial e planalto arenito basáltico (planalto meridional)
  • Hidrografia: Médio e baixo cursos da Bacia do Paraná, Bacia do Paraguai e Bacia do Uruguai.
  • População: Formada basicamente por brancos de origem europeia não ibérica, como italianos, germânicos e eslavos. Não observamos a integração entre diferentes grupos étnicos, explicando assim a formação homogênea da Região, com fortes traços europeus, porém existem minorias africanizadas no sudeste do RS (região de Pelotas), divisa litoranea entre PR e SC, Paranaguá, etc. O panorama da região neste sentido foi o que mais se alterou drasticamente na sua historia populacional; entre 1775 e 1825 mais da metade da população do PR e RS eram de origem africana, mas do século XVI a 1775 era amerindia e mameluca; SC por exemplo era etnicamente açoriana na parte central do seu litoral, africanizada na divisa costeira com o PR (só que mais recentemente via migrações) e praticamente amerindia pura no seu interior meio-oestino até finais do século XIX e início do século XX quando imigrantes alemães colonizaram a parte mais a nordeste do seu centro e os italianos a sua costa meridional; gaúchos e descendentes ocuparam o oeste bem depois e na parte mais ocidental do centro existe uma população de transição, que originalmente era amerindia e mameluca. No interior do PR o elemento eslavonico é o mais forte, mas com a migração de italianos etnicos do norte gaucho os etno-padanicos do RS setentrional passaram a ser a maioria dentre os euro-descendentes do estado; no RS o elemento norte-italiano é mais comum na sua parte serrana centro-ocidental, enquanto o alemão é mais comum na parte oriental da serra. O elemento mameluco é fortíssimo na região oeste do RS, de onde surgiu o gaúcho original, filho do espanhol/iberico com a nativa guarani.

Regionalização Geoeconômica

Região Amazônica

Setor primário
  • Agricultura: A Região conhecida como fronteira agrícola estimula intensos movimentos migratórios de pequenos agricultores, ratificando assim a proliferação de agricultura de subsistência, causando radicais danos ao meio ambiente.
  • Pecuária: A pecuária da Região é classificada por muitos autores como extensica especulativa, onde vários agricultores simulam atividades agropecuárias para garantir de maneira "ilegal" a posse da terra. Vale lembrar que entre as Regiões Norte e Nordeste, observamos um rebanho bufalino que de solução acabou virando um problema, porque os rebanhos se tornaram "nativos" com intenso processo de procriação.
  • Extrativismo: O extrativismo é o carro-chefe da economia amazônica, onde destacamos o extrativismo vegetal (acstanha do Pará, açaí, látex, malva, juta) o extrativismo animal (pesca e caça de animais silvestres) e o extrativismo mineral (Complexo Mineral de Carajás).
Setor secundário

Observamos um importane porque industrial vinculado à produção de eletroeletrônicos, garantido a produção e distrubuição para o Brasil e toda América Latina.

Setor terciário

O comércio da Região é restrito e, conseqüentemente, caro, porque a maioria dos artigos de bens de consumo são produzidos nas Regiões Sudeste e Sul.

Região Nordeste

Setor secundário

A Região Nordeste é a que mais recebe investimentos não só no estado, quanto na iniciativa privada recebendo investimentos de empresas de médio e grande porte, como a Ford Motors, Calçados Azaleia, Manguari, Jandáia e Vulcabrás.

Setor terciário

O Nordeste, de acordo com o desenvolvimento do turismo, movimenta bilhões de dólares durante o ano inteiro, acelerando radicalmente o comérico e a prestação de serviços.

Região Centro-Sul

Setor primário
Setor secundário

Podemos afirmar que a indústria do Centro-Sul é uma referência não só para o Brasil, mas para todo o continento americano.

Setor terciário

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